Eeeeae povo.
Como os paulistanos (e o Brasil inteiro) devem saber, acabamos de passar pelo evento que reuniu milhares de pessoas de vários lugares do país e até da Argentina (lógicamente), passamos pela PARADA GAY!
(Cessem as piadinhas por favor)
O jornal e os próprios gays afirmam que a intenção da parada não é promover o homossexualismo, mas sim, acabar com o preconceito. Até ai, nada demais.
Quando comecei a pensar, reparei numa coisa. Os gays sempre foram perseguidos (desde a época do nazismo até os dias atuais) e acredito que a parada tenha a intenção de "quebrar" esses anos de preconceito e ódio sofrido pelos homossexuais.
É uma idéia genial, mas se observarmos isso com um olhar de Sherlock Holmes, perceberemos que muitas 'minorias' estão sendo atiradas pro canto.
Judeus, por exemplo, por que não temos a Parada Hebraica? Com rabinos carregando bodes, usando solidéus e caminhando em direção a uma cinagoga? Os homossexuais recebem a preferência e os judeus não? Que coisa...
- Não sou gay nem judeu, vou deixar isso explícito aqui - Sou heterossexual e anarquista ateu. (para garantir que não comecem com piadinhas, não é mesmo, Nipo?)
Mas, qual é? Não só os judeus, mas outras minorias existentes em Sampa, parece que são desconsideradas!
A idéia da "Parada Hebraica" é uma metáfora. É apenas um jeito de dizer que não só a minoria de maior impacto (no caso, os homossexuais) merecem os direitos. A prefeitura não deve ajudar um grupo só e dizer que se importa, antes não ajude ninguém do que favoreça um só, porra.
Enfim... é issâe.
Galera, lembrem, é uma metáfora, se você está na quinta série e não estudou isso ainda, entenda como uma brincadeira. Não é pra ninguém sair vestido de rabino com um hexagrama tatuado no peito carregando uma placa com os dizeres "EU APOIO JEJUM DE RAMADÃ" ou "EU ODEIO RICHARD WAGNER".
Eeee, falô povo!
Há 16 anos